quarta-feira, 9 de novembro de 2016

Babywearing


Por aqui praticamos BaBywearing desde o nascimento, e adoramos!! A primeira vez que coloquei a bebé L . num Sling (pouch sling), foi numa aula de massagens para bébes, e ela estava com uma crise de colicas horrivel que nada a acalmava, e ao coloca-la no sling ela acalmou e adormeceu, achei mágico e a partir dai anda sempre com a gente!
Começamos por usar o pouch sling com ela deitada e encolhida ( que descobri á pouco que não é a posição mais indicada , depois costas com costas e pernas cruzadas, agora anda de lado sobre o quadril, e como estamos em angola ( o que facilita muito o uso do pano, pois não é uma coisa “estranha”, ninguem olha com aqueles olhos que dizem pobre-bebe-que-deve-estar-tao-desconfortavel, mesmo que esteja a dormir profundamente.) é claro que já andou nas costas, não nas minhas ( confesso que tenho medo) mas ama angolana, e claro ADORA!! A questão que choram menos é verdade, e nem por isso pedem mais colo.









A bebé L. é a minha segunda filha, e tenho uma pena enorme de não ter usado isto com o meu mais velho, é tão bom!!

Um bocadinho sobre o babywearing :
Babywearing é o termo utilizado para essa forma de carr
Essa prática de transporte coladinho ao corpo é muito comum em muitas culturas (africanas, asiáticas e indígenas)
O sling permite uma postura fisiológica do corpo do bebê em  várias possibilidades de posição, seja na horizontal, sentada de Buda, barriga com barriga, de frente para o mundo, apoiada no quadril e nas costas.
São vários os tipos a escolher e posições a serem exploradas conforme o bebê cresce, tais como: o ring sling (tecido com duas argolas que permite uma perfeita trava), pouch sling (sem argolas, é feito sob medidas), mei-tai (tecido com alças cruzadas na costas e amarradas na cintura) e wrap (tecido longo amarrado nas costas).
São muitos os fatores positivos em “slingar” tanto para a mãe quanto para o bebê, confira os benefícios.
Para o seu bebê:
• O sling é similar à posição de aconchego e fechamento nos braços da mãe, portanto a coluna fica alinhada na posição intra-uterina, posição de conforto físico e emocional;
• O contato tátil, os movimentos, a batida do coração e respiração da mãe permitem um acolhimento como o do útero;
• Permite várias posições respeitando e favorecendo o desenvolvimento sensório-motor e aquisição de habilidades;
• Tanto a posição de Buda, como a proximidade e carinho do corpo da mãe diminuem crises de cólicas;
• São mais tranqüilos, seguros, dormem com boa qualidade de sono e choram menos;

Para os pais:
• Permite uma melhor vinculação, interação, comunicação, observação e aprendizado da linguagem corporal do bebê;
• É prático, fácil de manusear e facilita na hora de sair. Os pais sabem bem o quando um simples passeio exige preparo;
• Quem usa pode se relacionar com as pessoas e objetos, pois as mãos ficam livres;
• É companheiro saudável tanto no momento do bebê pegar o sol da manhã e do final de tarde, como nas caminhadas em busca da forma da mamãe permitindo.
E por aqui até a bebé L. pratica!

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